Mas aí alguém fala a mesma frase em uma conversa real e você escuta algo parecido com:
“Whatcha gonna do today?”
E imediatamente pensa:
“Meu Deus. Eu não entendi absolutamente nada.”
Esse é um dos problemas mais comuns de quem aprende inglês.
A pessoa conhece as palavras quando estão escritas, entende o professor falando devagar, acompanha os exercícios do curso…
mas trava quando precisa entender o inglês falado naturalmente.
Isso pode criar uma conclusão perigosa:
“Meu listening é péssimo.”
Ou até:
“Acho que nunca vou conseguir entender inglês.”
Mas talvez o problema não seja sua capacidade de aprender.
Talvez ninguém tenha ensinado você a treinar o listening da maneira certa.
Em uma de suas aulas sobre compreensão auditiva, a Teacher Inamara Arruda chama atenção justamente para alguns elementos do inglês falado que muitos estudantes ignoram: connected speech, diferentes sotaques, fillers e escuta ativa.
E entender esses elementos pode mudar completamente a maneira como você escuta inglês.
Por que você entende inglês escrito, mas não entende quando alguém fala?
Existe uma diferença enorme entre conhecer uma palavra e conseguir reconhecê-la dentro da fala natural.
Na escrita, você enxerga claramente:
What | are | you | going | to | do | today?
As palavras estão separadas.
Seu cérebro consegue identificar cada uma delas.
Na conversa, porém, as pessoas não colocam pequenos espaços de silêncio entre cada palavra.
Os sons se conectam.
Alguns ficam mais fracos.
Outros mudam.
Algumas palavras são contraídas.
E tudo acontece rapidamente.
Por isso, aquilo que visualmente parece muito simples pode soar completamente diferente.
É como se você tivesse aprendido uma versão do inglês e, quando começa a ouvir pessoas conversando naturalmente, descobrisse outra.
Só que não são dois idiomas diferentes.
Você precisa treinar seu cérebro para reconhecer, no som, aquilo que já conhece no papel.
1. Connected speech: um dos segredos para entender inglês falado
Um dos conceitos mais importantes para desenvolver o listening é o chamado:
Connected speech
Em português, podemos pensar em algo como fala conectada.
Quando conversamos naturalmente, não pronunciamos cada palavra de maneira completamente isolada.
Os sons interagem entre si.
Palavras se conectam.
Alguns sons podem ser reduzidos ou modificados.
Isso também acontece no português.
Pense na diferença entre uma frase cuidadosamente pronunciada e a mesma frase durante uma conversa rápida.
No inglês, essas mudanças podem ser especialmente difíceis para quem aprendeu as palavras principalmente pela escrita.
Veja este exemplo apresentado na aula:
What are you going to do today?
O que você vai fazer hoje?
Você provavelmente não ouvirá cada palavra perfeitamente separada como:
What — are — you — going — to — do — today?
Na fala cotidiana, going to, por exemplo, frequentemente aparece com uma pronúncia reduzida associada a:
gonna
Assim, a frase pode soar muito mais próxima de:
Whatcha gonna do today?
Para quem conhece apenas a versão escrita e cuidadosamente pronunciada, isso pode parecer uma frase completamente nova.
Não é.
Você conhece as palavras. Só ainda não reconhece a maneira como elas aparecem na fala.
Você pode ter vocabulário e ainda assim não reconhecer esse vocabulário
Esse é um ponto importantíssimo.
Imagine que você conhece:
going
e conhece:
to
Você olha para:
going to
e entende perfeitamente.
Mas alguém diz:
gonna
e você não entende.
Isso significa que falta vocabulário?
Não necessariamente.
O que falta é criar uma ligação entre:
o inglês que você vê
e
o inglês que você ouve.
É por isso que estudar listening apenas aumentando listas de palavras pode não resolver o problema.
Você também precisa aprender como essas palavras soam dentro de frases reais.
Algumas reduções que aparecem constantemente no inglês falado
Veja alguns exemplos comuns:
Going to → gonna
I’m going to call her.
Eu vou ligar para ela.
Na fala informal, você pode ouvir algo próximo de:
I’m gonna call her.
Want to → wanna
Do you want to go?
Você quer ir?
Na fala informal:
Do you wanna go?
Let me → lemme
Let me see.
Deixa eu ver.
Você pode ouvir:
Lemme see.
Essas formas são especialmente associadas à fala informal e não significam que você deva substituir indiscriminadamente as formas-padrão por essas grafias na escrita formal.
O objetivo aqui é outro:
treinar seu ouvido para reconhecê-las quando aparecerem.
Porque elas aparecem.
Muito.
Listening não é apenas saber o significado das palavras
Quando você começa a entender connected speech, percebe algo importante:
listening também envolve fonética, ritmo e expectativa.
Seu cérebro precisa aprender a identificar padrões.
Quanto mais você escuta determinadas combinações, mais familiares elas se tornam.
No começo:
“O que foi que ele falou?!”
Depois:
“Acho que ouvi alguma coisa parecida com gonna.”
Mais tarde:
“Ele falou I’m gonna call you.”
Até chegar ao momento em que você simplesmente entende:
“Ele vai ligar.”
Sem precisar desmontar mentalmente cada palavra.
É justamente essa automaticidade que buscamos quando treinamos compreensão auditiva.
2. Você precisa ouvir diferentes sotaques em inglês
Existe outro erro muito comum:
treinar listening sempre com o mesmo sotaque.
Talvez você assista principalmente a séries americanas.
Talvez seu professor tenha determinado sotaque.
Talvez todos os seus materiais utilizem praticamente o mesmo padrão de pronúncia.
Você fica bom em entender aquele inglês.
Então encontra alguém da Inglaterra.
Ou da Austrália.
África do Sul.
Irlanda.
Escócia.
Índia.
Ou uma pessoa da Alemanha, China, Itália ou Brasil falando inglês como segunda língua.
E parece que todo o seu listening desapareceu.
Na aula, Inamara conta que viveu essa experiência quando chegou à Inglaterra.
Mesmo depois de anos estudando inglês em uma escola tradicional, ela se viu dividindo espaço com pessoas de diferentes nacionalidades e percebeu que compreender o inglês que havia estudado não significava automaticamente compreender todas as pessoas falando inglês.
Esse é um aprendizado importante.
Você não está aprendendo inglês apenas para conversar com americanos.
Você está aprendendo uma língua internacional.
O inglês do mundo real tem sotaque
E não existe apenas um sotaque americano ou apenas um sotaque britânico.
Dentro de um mesmo país existem inúmeras variações regionais.
Além disso, grande parte das conversas internacionais em inglês acontece entre pessoas que aprenderam o idioma como segunda língua.
Isso significa que você poderá encontrar diferentes:
ritmos;
entonações;
pronúncias;
escolhas de palavras;
padrões de fala.
Se você pretende usar inglês para trabalhar, viajar, estudar, participar de congressos, fazer reuniões ou conhecer pessoas, acostumar seu ouvido à diversidade pode ser muito mais útil do que tentar entender apenas uma variedade do idioma.
O objetivo não precisa ser:
“Quero entender perfeitamente um único sotaque.”
Pode ser:
“Quero desenvolver flexibilidade suficiente para me comunicar com pessoas diferentes.”
3. Seu cérebro não escuta usando apenas os ouvidos
Durante a aula, Inamara apresenta um fenômeno muito interessante relacionado à percepção da fala:
o efeito McGurk.
O efeito McGurk é uma ilusão perceptiva clássica estudada na psicologia da fala.
Quando recebemos determinada informação sonora enquanto observamos movimentos labiais incompatíveis com aquele som, nossa percepção pode mudar.
Em outras palavras:
o que enxergamos pode interferir no que acreditamos estar ouvindo.
Isso demonstra algo fascinante sobre a compreensão da fala:
nosso cérebro combina informações auditivas e visuais para interpretar sons da linguagem.
Então listening não é simplesmente um processo no qual o ouvido recebe sons e o cérebro os transcreve.
A percepção da fala é muito mais complexa.
Por que isso importa para quem está aprendendo inglês?
Porque mostra que compreender inglês envolve desenvolver familiaridade com os sons da língua.
Quanto mais contato você tem com:
palavras;
frases;
pronúncias;
ritmos;
padrões;
contextos;
mais informações seu cérebro possui para interpretar aquilo que está ouvindo.
Por isso, assistir a vídeos em inglês também pode ser interessante.
Você não recebe apenas o áudio.
Você observa:
movimentos da boca;
expressões faciais;
gestos;
ambiente;
contexto da conversa.
Tudo isso pode contribuir para a compreensão.
4. Aprenda a reconhecer fillers
Imagine alguém falando:
“Well… actually… you know… I mean…”
Você conhece todas essas palavras individualmente.
Mas talvez fique tentando encaixar cada uma delas no significado principal da frase.
E acaba se perdendo.
Essas expressões podem funcionar como:
fillers
Os fillers são palavras ou expressões usadas para preencher pequenas pausas, organizar o pensamento e manter o fluxo da fala.
Nós fazemos isso em português o tempo inteiro:
“Então…”
“Tipo…”
“Bom…”
“Quer dizer…”
“É…”
No inglês acontece a mesma coisa.
Alguns exemplos frequentes são:
Well…
Bom… / Bem…
Actually…
Na verdade…
You know…
Sabe…
I mean…
Quero dizer…
So…
Então…
Kind of…
Meio que…
Like…
Tipo…
Anyway…
Enfim…
Por que fillers atrapalham tanto o listening?
Porque, quando você ainda não os reconhece, pode achar que fazem parte de alguma estrutura que não conhece.
Imagine ouvir:
“I was, like, really tired, you know, so I decided to go home.”
Talvez você tente traduzir:
I was… like… really… you know…
E se perca.
Mas observe o núcleo da mensagem:
I was really tired, so I decided to go home.
Eu estava muito cansado, então decidi ir para casa.
O restante ajuda a construir o ritmo natural da fala.
Quando você aprende a reconhecer fillers, começa a separar:
o conteúdo principal
de
elementos naturais da conversação.
Isso pode tornar o listening muito menos assustador.
5. Pare de apenas ouvir inglês. Comece a escutar ativamente.
Colocar um podcast em inglês enquanto você lava louça pode ser uma forma de aumentar sua exposição ao idioma.
Mas existe diferença entre:
estar ouvindo inglês
e
treinar listening.
Para desenvolver uma habilidade, você também precisa de momentos de atenção direcionada.
É o que podemos chamar de:
active listening — escuta ativa.
Em vez de simplesmente apertar o play, você estabelece uma missão.
Transforme seu listening em um jogo
Escolha um áudio curto e determine um objetivo.
Por exemplo:
Desafio 1 — encontre palavras conhecidas
Escute durante um minuto e tente identificar cinco palavras que você já conhece.
Desafio 2 — encontre palavras novas
Tente identificar três palavras ou expressões que você ainda não conhece.
Depois pesquise o significado.
Desafio 3 — conte o que você entendeu
Escute um trecho e pare.
Sem olhar a transcrição, tente explicar:
Sobre o que essa pessoa está falando?
Não precisa entender 100%.
Explique o que conseguiu compreender.
Desafio 4 — procure connected speech
Escute novamente procurando reduções e conexões.
Você ouviu:
gonna?
wanna?
lemme?
Alguma palavra pareceu se juntar à próxima?
Desafio 5 — identifique fillers
Procure:
well
you know
I mean
like
actually
Agora você não está simplesmente ouvindo.
Você está investigando o inglês.
E isso muda completamente sua atenção.
6. Use a transcrição do jeito certo
Ter uma transcrição pode ser extremamente útil para treinar listening.
O problema é quando você começa diretamente por ela.
Experimente fazer o contrário.
Primeira etapa: apenas escute
Não leia nada.
Tente compreender o contexto geral.
Pergunte:
Quem está falando?
Sobre o quê?
Qual parece ser a ideia principal?
Segunda etapa: escute novamente
Agora tente identificar mais detalhes.
Terceira etapa: confira a transcrição
Compare aquilo que você imaginou ter ouvido com o que realmente foi dito.
É aqui que acontece uma descoberta valiosa.
Talvez você pense:
“Nossa! Eu conhecia essa palavra. Só não reconheci o som.”
Esse momento mostra exatamente onde está sua dificuldade.
Quarta etapa: escute acompanhando o texto
Agora associe:
som + palavra escrita.
Observe:
ritmo;
pronúncia;
pausas;
connected speech;
entonação.
Quinta etapa: retire a transcrição
Escute novamente sem olhar.
Você provavelmente perceberá muito mais coisas do que percebeu na primeira tentativa.
Isso é treino.
7. O Ciclo ELO: explorar, ler e ouvir
Na aula, Inamara também apresenta parte da lógica que utiliza com seus alunos no Ciclo ELO.
A ideia trabalha diferentes formas de contato com o mesmo material.
E — Explorar
Primeiro, você estuda o conteúdo.
Investiga palavras e expressões.
Faz anotações.
Observa estruturas.
Procura entender o contexto.
L — Ler
Depois, entra a leitura.
Uma possibilidade apresentada por Inamara é acompanhar o texto enquanto escuta o áudio.
Isso ajuda a criar a associação entre:
o que você vê
e
o que você ouve.
É aqui que você pode começar a perceber melhor ritmo, entonação, pronúncia e connected speech.
O — Ouvir
Depois vem o listening sem apoio da leitura.
Agora você retira o texto e tenta compreender apenas pelo áudio.
Observe a diferença.
O mesmo trecho que parecia impossível no começo pode começar a ficar muito mais claro depois que você o estudou.
E existe uma razão simples:
seu cérebro agora sabe o que procurar.
Escolher o material certo também faz diferença
Existe outro problema comum.
O estudante está no nível básico e decide treinar listening assistindo a uma palestra acadêmica extremamente complexa.
Não entende quase nada.
Fica frustrado.
E conclui:
“Não consigo entender inglês.”
Mas o problema talvez não seja o listening.
O material simplesmente está muito acima do nível atual.
Por outro lado, escolher algo fácil demais também oferece pouco desafio.
O ideal é trabalhar com conteúdos em que você consiga compreender uma parte significativa, mas que ainda apresentem elementos novos.
Você precisa conseguir pensar:
“Entendi a ideia, mas existem coisas aqui que ainda preciso descobrir.”
Esse nível de desafio mantém o material compreensível sem eliminar a oportunidade de aprendizagem.
Essa lógica conversa diretamente com a ideia de comprehensible input, associada ao trabalho de Stephen Krashen sobre aquisição de segunda língua: o aprendiz precisa ter contato com linguagem que consiga compreender, ao mesmo tempo em que encontra elementos que expandem sua competência.
Por que histórias são excelentes materiais para treinar listening?
Agora pense em duas possibilidades.
Na primeira, você escuta:
chair, airport, luggage, late, flight, run
Palavras aleatórias.
Na segunda, acompanha uma história:
Uma mulher chega atrasada ao aeroporto.
Corre até o balcão.
Descobre que precisa despachar sua bagagem.
O voo está prestes a fechar.
Ela tenta explicar a situação para o funcionário.
Qual situação você provavelmente compreenderá e lembrará melhor?
A segunda.
Porque existe contexto.
Você consegue prever o que pode acontecer.
As palavras estão conectadas por uma narrativa.
E isso é extremamente importante para o listening.
Na vida real, quase nunca ouvimos frases completamente aleatórias.
Existe uma situação acontecendo.
Quando você aprende inglês através de histórias, começa a utilizar o contexto como parte da compreensão.
Você deixa de tentar:
traduzir cada som
e começa a:
compreender a mensagem.
Você não precisa entender 100% para ter um bom listening
Essa talvez seja uma das mudanças mais importantes.
Muitos estudantes escutam:
“I was talking to Sarah yesterday and she…”
Não entendem a palavra seguinte.
E imediatamente abandonam mentalmente a frase inteira.
Enquanto ficam pensando:
“Que palavra foi aquela?”
a pessoa continua falando.
Mais dez segundos de informação são perdidos.
Então vem a sensação:
“Não entendi nada.”
Mas você havia entendido.
Você só ficou preso ao pedaço que não compreendeu.
Em uma conversa real, você não precisa entender absolutamente cada palavra para compreender a mensagem.
Continue.
Use o contexto.
Observe as palavras que reconhece.
Faça inferências.
E mantenha-se dentro da conversa.
Seu listening melhora quando você para de procurar perfeição
Treinar listening significa desenvolver tolerância à ambiguidade.
No começo, talvez você entenda:
40%.
Depois:
50%.
Depois:
70%.
Até perceber que consegue acompanhar uma conversa mesmo sem identificar cada palavra individualmente.
É muito parecido com o português.
Nós também não processamos conscientemente cada sílaba pronunciada pelas pessoas ao nosso redor.
O cérebro busca significado.
Esse também deve ser o objetivo no inglês.
Um treino de listening para você começar hoje
Escolha um vídeo curto em inglês, preferencialmente com transcrição.
Pode ter entre 1 e 3 minutos.
Então faça:
1. Escute sem legenda
Tente descobrir o assunto.
2. Escute novamente
Anote tudo o que conseguir compreender.
3. Leia a transcrição
Descubra o que você não reconheceu.
4. Observe connected speech
Procure palavras conectadas, contrações e reduções.
5. Procure fillers
Identifique expressões como:
well, you know, I mean, like, actually, so.
6. Escute acompanhando a transcrição
Relacione escrita e som.
7. Retire a transcrição
Escute novamente.
8. Explique o conteúdo
Em português ou inglês, conte com suas palavras o que acabou de ouvir.
Depois compare a primeira escuta com a última.
Provavelmente você perceberá uma diferença enorme.
Listening não melhora apenas “ouvindo mais”
Essa é a grande diferença.
É claro que exposição é importante.
Mas você pode passar centenas de horas ouvindo conteúdos em inglês sem necessariamente prestar atenção aos pontos que estão dificultando sua compreensão.
Um treino direcionado faz você começar a perceber:
“Ah, eles conectaram essas duas palavras.”
“Isso era um filler.”
“Eu conhecia essa expressão, mas nunca tinha ouvido pronunciada assim.”
“Esse sotaque muda esse som.”
“Quando acompanho com a transcrição, consigo perceber onde as palavras estão.”
Pouco a pouco, aquilo que parecia um bloco incompreensível de sons começa a ganhar forma.
Você não precisa esperar morar fora para desenvolver seu listening
Durante muito tempo, existiu a ideia de que seria necessário fazer intercâmbio ou morar no exterior para finalmente aprender a entender inglês.
Hoje você pode ter contato com diferentes formas de inglês sem sair de casa.
Você pode ouvir:
entrevistas;
podcasts;
histórias;
palestras;
filmes;
séries;
vídeos;
conversas;
professores de diferentes países.
O mais importante é transformar parte desse contato em treino consciente.
Não espere seu ouvido “acostumar” magicamente.
Ensine seu ouvido a prestar atenção.
Assista à aula completa da Teacher Inamara
Nesta aula, a Teacher Inamara aprofunda os pontos que vimos aqui e mostra exemplos de connected speech, sotaques, fillers, escuta ativa e estratégias para desenvolver a compreensão do inglês falado.
Ao assistir, faça um teste.
Em vez de apenas consumir o vídeo, transforme-o em uma sessão de listening.
Pegue papel e caneta e procure:
1 exemplo de connected speech 2 fillers 3 expressões novas 1 trecho que você precisou ouvir novamente
Depois, curta o vídeo, deixe seu comentário, inscreva-se no canal e ative as notificações para acompanhar os próximos conteúdos da Ina.
Quer transformar listening em compreensão de verdade?
Entender inglês falado não acontece porque um dia seu ouvido magicamente “destrava”.
Você precisa construir essa habilidade.
Aprender a reconhecer sons.
Entender como as palavras se conectam.
Ter contato com sotaques.
Aprender vocabulário em contexto.
Escutar ativamente.
Ler.
Ouvir novamente.
E repetir esse processo até que aquilo que exigia esforço comece a acontecer de maneira cada vez mais automática.
É justamente essa mudança que acontece quando você deixa de estudar inglês apenas como um conjunto de regras e começa a entrar em contato com o idioma sendo realmente usado.
Se você quer desenvolver listening, vocabulário, compreensão e comunicação através de um método estruturado, conheça o treinamento da Teacher Inamara: