HI THERE!

Eu me chamo Inamara Arruda e talvez você não me conheça, mas eu faço parte de um grupo de estudantes de inglês que tiveram que aprender este idioma em pouco tempo porque precisávamos dominar essa língua bem rápido ou não conquistaríamos nossos sonhos, nossos objetivos.

NÓS SOMOS CONHECIDOS COMO FAST MOVERS!

Pode não fazer muito sentido para você agora, mas o grande X da questão aqui é que nós decidimos aprender inglês para realmente utilizá-lo como ferramenta em nossas vidas. Não queríamos só aprender Inglês. Tínhamos metas bem claras e necessidades reais. Queríamos viajar, trabalhar, morar em outros países, conhecer gente, aprender mais rápido e antes de todo mundo através de todo conteúdo, conhecimento e informação que tem disponível “lá fora”, na grande maioria dos casos, apenas em Inglês.

Por isso somos FAST MOVERS.

Está um pouco mais claro, agora? Nós somos Fast Movers, porque nós temos metas, conhecemos nossos pontos fortes, sabemos priorizar o que é importante e acreditamos que é possível aprender inglês para ter uma vida incrível.

Eu mesma transformei minha vida graças ao inglês… e essa é minha história:

Para quebrar o gelo, você pode me chamar de Ina. Nasci em Osasco/SP, me formei em Publicidade & Propaganda no Mackenzie e em 2007 me mudei para Isle of Wight na Inglaterra para participar de um intercâmbio que tinha validade de 6 meses, mas acabei ficando pelas bandas de lá por quase 6 anos.

Dizem que a única coisa constante na vida é a mudança. Eu costumo dizer que a única coisa constante na vida, a mudança, só é constante quando a gente cresce e busca crescer.

Há alguns anos atrás, eu estava aí no mesmo lugar que você está agora: tentando aprender inglês o quanto antes para eu poder “sumir” no mundo e ter experiências lá fora. Não sei se você sabe, mas eu morei por quase seis anos em Londres.

Morei, trabalhei, cresci profissionalmente depois de começar do zero em uma loja de roupas e conheci muita gente bacana do mundo inteiro, além de viajar a Europa toda.

E tudo isso graças ao Inglês, que alavancou o que eu tinha de melhor e me permitiu aplicar o que eu sabia sem que a língua fosse uma barreira na minha carreira.

Mas antes de pensar que foi fácil, a real é que o começo da minha vida na Inglaterra não foi nada fácil.

Meu inglês era muito fraco, mesmo depois de estudar por anos em uma escola tradicional, eu não conseguia falar nem entender quase nada em Inglês e além disso, tinha acabado de terminar minha faculdade em Marketing.  Também tinha acabado de conseguir um emprego em um grande banco.

Tudo ia muito bem, meus pais estavam felizes com a minha vida tomando “rumo” e tudo parecia que estava no caminho certo.

Formada em uma área interessante e que eu gostava (MKT) e agora trabalhando em um banco que tinha sua sede na minha cidade natal, Osasco, onde eu poderia crescer e fazer carreira, tudo realmente parecia okay, tranquilo, favorável.

Mas a verdade é que eu não estava tão feliz assim. Eu sentia que aquilo não era para mim. O mundo parecia pequeno visto daquele pontinho onde eu estava. Me sentia presa em um mundo minúsculo, igual ao B612 do “Meu Pequeno Príncipe”. A TV, rádio, jornais, revistas e até amigos e parentes só falavam das mesmas coisas. A Globo ainda “bombava” entre as minhas amigas, com suas novelas, pois era assunto o tempo todo nas rodinhas o que o Fábio Assunção, Malu Mader, Cláudia Abreu (ou sei lá quem mais) estavam fazendo aqui ou acolá na trama. O Orkut (hahaha, entreguei a idade), só bombava de grupos e mensagens sobre as mesmas coisas vazias e que já tinham perdido a graça.

Coisas que não existiam naquela época e hoje fariam falta se não tivéssemos acesso.

Meu Deus!!! Para esse ônibus que eu quero descer! Aquilo me corroía, me consumia e eu sentia desespero quando pensava que minha vida seria aquilo: Fazer faculdade, trabalhar no maior banco privado do Brasil (naquela época) que tinha, para minha sorte, sua sede na minha cidade e que conferia status, já que muitos Osasquences sonhavam com uma vaga naquele banco. Aí depois disso seria casar, ter filhos, ter um cachorro (talvez dois), morar em uma casa do tipo “linguiça” com sala na frente, banheiro e dois quartos no fundo. E então um dia “juntar” as economias para comprar uma casa no Jardim Adalgisa, Parque dos Príncipes ou Campesina (os melhores bairros da cidade). Se eu me desse bem, talvez eu iria para Disney de vez em quando e algumas vezes para Europa ao longo da vida, mas no geral o esquema seria passar o Reveillon no Guarujá ou Ubatuba. Agora se eu me desse bem mesmo, talvez faria isso em Maresias.

Nada contra isso. Nada contra isso mesmo. Aliás, tudo isso é maravilhoso. Conheço muita gente maravilhosa e que eu amo que tem ou teve exatamente essa vida que relatei acima e são felizes igual eu sou com essa inquietação de conhecer o mundo. Self-Awareness is important here!

Maaaas, eu sentia que o mundo tinha muito mais coisas lá fora me esperando.

…uma loja com meu nome na Cracóvia 😀

Tinha um mundo lá fora!!! Eu sabia disso… sabia que tinha milhares de pessoas para conhecer, lugares incríveis para visitar, experiências para viver e eu queria cada vez mais isso!!!! E aí, contra tudo e todos, contra a lógica convencional e, especialmente, contra meus pais (que foram muito, maaaaas muito contra), eu larguei minha carreira neste importante banco, “joguei fora” 4 anos de faculdade no Mackenzie e fui embora do Brasil sem saber o que ia acontecer.

Não pense que foi fácil tomar essa decisão. É um daqueles momentos que você está literalmente sem a menor ideia do que está fazendo. Eu sentia muito medo, às vezes me pegava até com vontade de chorar, mas tomei uma decisão e fui para a Inglaterra trabalhar em um Hotel.

Eu fazia tudo naquele hotel, menos falar inglês.

Meu inglês era péssimo naquela época. Eu sentia que anos de estudo no cursinho não tinham servido para absolutamente nada! Eu mal conseguia distinguir palavras básicas e me comunicava muito pobremente. Mas, mesmo com toda essa dificuldade, as pessoas sempre foram muito receptivas e me ajudaram na medida do possível.

Porém, foi nessa época que eu precisei virar autodidata do inglês e passei a estudar todos os dias através de textos, áudios e vídeos (que eram difíceis de encontrar porque não tinha canal do Youtube ensinando inglês como eu, por exemplo, tenho hoje).

Todo dia eu ficava horas com meu dicionário na mão, textos, áudios e repetia o input deles pelos menos umas 50x por dia. Ao mesmo tempo eu tentava trocar os tempos verbais e pontos de vista das histórias para acelerar minha capacidade de comunicação e, com o tempo, percebi que minha fala foi melhorando e minha escuta também.

E esse é um método básico que qualquer poliglota utiliza em todo o mundo, por isso não acredite em quem diz que inventou o estudo de texto com áudio, pois isso a fórmula do emagrecimento através da corrida ou musculação.

Bom, depois dessa fase do Hotel que durou seis meses, eu resolvi me mudar para Londres onde trabalhei em bares (servi bastante Guinness\\\\\’ no balcão, rsrs) até começar a trabalhar como vendedora na Jigsaw, uma importante loja de Moda Feminina de Londres.

Passei algum tempo ali e consegui um emprego muito legal, muito concorrido e muito promissor no Head Office da Jigsaw, onde cuidei por algum tempo do ecommerce.

…minha mesa no head office da Jigsaw em Londres

Em todo esse trajeto que pareceu complicado, eu, na verdade, sentia que estava tendo uma vida muito mais rica e empoderadora do que se eu tivesse ficado no banco. Mesmo ganhando um salário menor em termos monetários se comparado a alguns cargos de supervisão ou gerência, eu conseguia ter acesso a muitas coisas que no Brasil eu precisaria ter realmente um salário de gerente para conseguir.

Por exemplo, eu poderia tomar um bom vinho acompanhado de um bom queijo brié e gastar nisso tudo menos de 10 libras. Quase todo feriado, recesso ou férias eu viajava para algum país da Europa. E durante todo esse tempo eu fazia cursos que me interessavam e conhecia pessoas incríveis no processo. Cada uma com uma história mais louca que a outra. Eram pessoas de todos os lugares do mundo. Fiz amigas suecas, holandesas, italianas, inglesas, americanas, lituanienses, alemãs, francesas, etc… Tive até amigas que fugiram de zonas de guerra ou vieram de vilas no interior da África.

Cada uma dessas pessoas me traziam uma visão de mundo muito diferente da que eu estava acostumada no Brasil. Eu aprendi e cresci muito com elas. Descobri um mundo enorme lá fora e, quando me dei por satisfeita, novamente, contra tudo e todos, já que eu estava crescendo na Jigsaw, eu resolvi largar o emprego lá e voltar para ter uma vida incrível no interior de São Paulo, agora com um novo amor, bagagem, conhecimento, experiência de vida, condição financeira e uma vontade insana de ensinar inglês com propósito para que todo mundo possa viver, crescer e ter experiências lá fora.

Eu não acredito em aprender inglês por aprender, sem propósito, para não fazer nada com ele. O inglês é umas das ferramentas de desenvolvimento pessoal mais poderosas para um brasileiro nesse momento, pois dá acesso a conhecimento, experiência e oportunidades de emprego. E a concorrência é baixa no Brasil, já que nem 5% da população fala Inglês de verdade.

Como viu na minha história, o inglês me possibilitou ter experiências incríveis e ainda continua criando inúmeras possibilidades para mim, pois minha jornada só está começando.

E qual é a sua jornada? Onde quer estar? Quais experiências quer ter?

Independente da sua resposta, uma coisa posso te assegurar: você vai precisar do inglês se quiser transformar sua vida! Obviamente que sozinho ele não faz nada. Você ainda precisa se formar ou dominar alguma área profissional, artística, esportiva, filantrópica ou qualquer coisa que te permita viver e aí usar o inglês para potencializar isto e abrir inúmeras portas que você nem imagina.

Então, assim como eu, assim como um Fast Mover… não perca tempo, pois ele passa rápido!

Transforme sua vida!

You are just one conversation in english away to transform your life…

STAY STRONG

 


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